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Escondidinho de Cogumelos by Antonieta Sorbo

Depois de um longo e tenebroso inverno (que não houve ainda), eu voltei… agora pra ficar por que aqui aqui é meu lugar, rsrs Saudades…

E pra essa volta em grande estilo escolhi uma receita  de li ci o sa de “Escondidinho de Cogumelos”, que aprendi com uma amiga queridíssima, Antonieta Sorbo, eu diria até que o correto seria chama-la de Chef Antonieta….

Amo de paixão escondidinho. E adoro cogumelos. Então… Combinação mais que perfeita!!!

Olha só , você pode escolher combina-lo com o tipo de purê que mais te agradar, mandioca, mandioquinha, batata doce, batata e até com abóbora fica divino.

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Prepare o purê do seu jeito.
Minha dica é usar a agua do cozimento, uma pitadinha de sal e um susto de pimenta do reino. Não uso manteiga, nem leite, nem nada.

Vamos ao mix de cogumelos?

Ingredientes:
Shimeji
Shitake
Cogumelo paris

cogumelos

Shitake – Shimeji – Cogumelo Paris

Alho poró

alho poro

Alho poró

Azeite
Shoyo

azeite e shoyo

Azeite – Shoyu

E o preparo é muito simples e rápido:

Frite o alho poró no azeite e acrescente os cogumelos e o shoyu, refogue por alguns minutinhos e pronto!

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Antonieta Sorbo

A dica da Antonieta é montar o prato da seguinte forma:
Pure
Mix de Cogumelos
Pure
Pincelar com gema de ovo e salpicar queijo ralado

Delicia de comer rezando!!!
Obrigada Antonieta

e depois me conta…

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Mousse de Manjericão dos Deuses, ou melhor da Lucy…

Nada melhor do que reunir as amigas do tempo de colégio, não é mesmo?! Ontem foi a vez da Lucy nos receber em sua casa para um almoço delicia, aqueles que a gente fica batendo papo, morrendo de rir e tomando vinho, sem hora pra acabar, adoro!!!

Delane, Ana Maria, Maria Aparecida, Lucy(de pé) Magui e eu

Delane, Ana Maria, Maria Aparecida, Lucy(de pé) Magui e eu

Eu não sei você, mas eu simplesmente adoro manjericão, acho super refrescante, amo o perfume, o gosto, e ainda faz super bem pra saúde. 

A receita é super simples de fazer e a apresentação de fato surpreende.

Super coringa pra deixar prontinha na geladeira, e ser servida, como entrada ou como prato principal, tudo depende do acompanhamento que você escolher, com uma bela salada, pra mim, vira banquete, rs… Pode fazer que eu tenho certeza que você vai adorar, é uma daquelas delicias de comer rezando.

Vamos lá?

Ingredientes:

1/2 kilo de ricota
2 colheres de sopa de creme de ricota ou requeijão ou creme de cottage
1 punhado de manjericã
Umas folhinhas de salsinha
1 pacote de gelatina sem sabor dissolvida em 1 xic. (café) de agua quente
1 xic. (café) de leite
Sal e pimenta do reino a gosto

Preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador
Unte uma assadeira de buraco no meio ou retangular (silicone) com azeite trufado
Leve pra geladeira por no  mínimo 12 horas

Desenforme e sirva com o que vc quiser, solte a imaginação!

 

O Recomeço dos meus queridos amigos Vera e Zé

“Desde que eu nasci que me preocupo com o futuro. Como será quando eu ficar mais velha e tiver pouco ou nenhum trabalho? Sempre pensei: mudo pra uma cidadezinha pequena e vou viver uma vidinha simples.

Quando os cinquenta chegaram, a procura pela cidadezinha ficou mais intensa. Viajamos, o Zé e eu, por esse Brasil: pequena demais, grande demais, violenta, sossegada demais, esquisita, quente demais, fria demais, … até que num feriado de finados, fui conhecer Delfinópolis. E no dia 18 de dezembro, mudamos! Foram 40 dias entre o “muito prazer” e o casamento…

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Fomos conhecendo o lado bom – e esse é fácil explorar e conviver: as paisagens, a casa aberta, um cachorro chamado Perigoso, as cachoeiras, novos amigos, novas histórias, poluição zero, uma vida novinha em folha – e a gente se sente jovem outra vez; e o lado ruim: a saudade, uma cultura tão diferente que muitas vezes não dá pra conversar, uma forma mineira de ser que esconde tudo e parece que somos ameaçadores – somos considerados estrangeiros, qualquer serviço é mais caro pra nós, não há saúde de qualidade, não há opções de restaurantes… Mas colocando tudo numa conta, estava valendo a pena.

E lá um dia, um ano depois da mudança, o Zé sofreu um acidente. Fraturou três vértebras cervicais e ganhou de brinde uma lesão de medula. Ficou tetraplégico no primeiro mês, fez fisioterapia de montão e conseguiu recuperar alguns movimentos: anda com dificuldade, perdeu parte da funcionalidade das mãos… mas com uma força de vontade gigante, ele consegue alguma independência.

O acidente mudou nossos planos. Já não poderíamos mais viver viajando pela serra, conhecendo novos lugares e novas pessoas, indo e vindo pra São Paulo, pra Ilhabela. Nossa casa precisou ser adaptada. E a gente começou a ficar mais em casa. E foi aí que a coisa começou a ficar esquisita… uma tristeza foi chegando… uma sensação de inutilidade, de solidão… trabalhamos a vida inteira e ficar em casa à toa não era bem o nosso plano para a velhice.

Uma noite, tive uma ideia. Eu tenho um salão com uma cozinha, que era pra receber a família grande do marido. Esse salão fica no fundo da minha casa. Pensei: vou fazer um restaurante aqui. O Zé teve dúvidas mas acabou topando. E assim, no Carnaval de 2012, abrimos as portas.

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O Bistrô da Vila tem sido fonte de muito trabalho, muitas esperanças, alegrias, novos amigos. E também um aprendizado intenso. Já foram duas reformas pra aumentar a cozinha – mesmo assim, ela ainda é pequena… Construí um pequeno depósito para as garrafas e louças que não estão em uso; mudamos o cardápio algumas vezes; mudamos a forma de organizar e preparar os pratos; mudamos a apresentação; mudamos os dias e horários que abrimos. Ganhamos clareza sobre o que queremos e que público queremos. Descobrimos que é preciso trabalhar com perda zero pra não fechar. Aprendemos a calcular os preços. O Zé criou um programa de gestão genial, que nos permite saber o número de pessoas, o faturamento, o ticket médio, e até calcular as compras e os estoques para feriados. Os feriados são muito importante pra nós porque estamos numa cidade “quase turística”. Temos movimento bem pequeno nos finais de semana comuns, e é nos feriados emendados que recebemos um número mais significativo de clientes.

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Resolvemos investir em vinhos aqui no fim do mundo – essa parte é ótima, porque eu tenho obrigação de experimentar! Leio e aprendo um pouquinho sobre vinhos, e também sobre técnicas da gastronomia, sobre pratos e sobremesas, sobre equipamentos.

Perigoso

Perigoso

Tudo isso foi rolando com o Perigoso do nosso lado. Depois veio a Xica, que estava abandonada na rua. Mais tarde apareceu o Léo, encontrado no lixo com um furo na orelha. E por último, chegou a Mana, também abandonada. Minha vida ficou cheia de repente: um marido dependente, quatro cachorros e um restaurante. Mas também ganhou cores, ares, novidades e amor. Um tipo de amor mais maduro de casal. E um tipo de amor incondicional, de filhos cachorros.

E assim, nesses três anos e meio, o Bistrô foi criando uma identidade pra nós. Agora, nessa pequena cidade, somos os donos do Bistrô. Eu escrevo no jornal e assino Vera Carmo, do Bistrô da Vila. E as pessoas estão mais à vontade com a gente. Pelo menos sabem o que nós fazemos…

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A convivência com a cachorrada produziu mudanças também: minha mania de limpeza foi se atenuando, a mania de ordem também ficou mais leve; mas principalmente, eu fui me apaixonando por todos os animais. E foi aí que aconteceu a invasão do Instituto Royal. Com as informações que culminaram na invasão, minha percepção sofreu uma ampliação. Resultado: mais uma atividade pra essa velhinha aposentada: faço ativismo pró animal pela internet. Meus amigos no Facebook devem se cansar. Mas eu não me canso de divulgar adoções, e principalmente conceitos. Minha bandeira é “gaiola zero” e “sofrimento zero” para todos os animais do mundo. Imaginem o trabalhão que tenho pela frente…

O destino estava traçado: tomei o caminho da cozinha e do amor pelos animais. Pronto – virei vegetariana. E é justamente por causa dessa história toda que fiz uma moqueca de palmito vegana, que chamou a atenção da Meili num post do Facebook”. E aqui vai a receita dela, pra todo mundo experimentar:

Ingredientes:

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1 vidro de palmito que resulte em 500 gr. de palmito depois de drenado – eu usei palmito em rodelas porque me pareceu mais parecido com pedaços de peixe

½ cebola grande cortada em rodelas

½ pimentão vermelho em rodelas

½ pimentão amarelo em rodelas

½ pimentão verde em rodelas

2 ou 3 tomates em rodelas com semente e tudo

1 vidrinho de leite de coco

2 colheres de óleo de sua preferência

2 colheres de óleo de dendê

Sal, salsinha, cebolinha e pimenta a gosto

Se gostar, use coentro – é tempero de peixe e dá uma identidade ainda maior de moqueca baiana. Mas sei que muita gente odeia coentro…

MODO DE FAZER

Numa panela, esquente 2 colheres de óleo e mais 1 colher de dendê. Junte as rodelas de cebola e frite um pouco até ficarem transparentes.

Junte as rodelas de pimentão coloridos, mexa e deixe uns 2 minutos abafados.

Faça uma camada de palmito; outra de rodelas de tomate e outra de palmito, e outra de rodelas de tomate até que acabem.

Polvilhe o sal, a salsinha, cebolinha, a pimenta; e o polêmico coentro, se for como eu, das que gostam dele

Despeje o leite de coco por cima disso tudo, coloque mais uma colher de azeite de dendê, e tampe a panela.

Deixe cozinhar uns 10 minutos pra que todos os sabores possam se misturar. Use uma colher de pau pra dar umas ajeitadas de forma a distribuir bem o leite de coco por todo o arranjo. Mas evite mexer de forma que destrua as camadas.

 

Sirva com arroz branco e vinho branco ou rosé.

 

1Hermès: uma história feita a mão por Marilene Ramos

“ Um produto que dura tanto tempo não é um produto de luxo, mas um produto de qualidade”.

É desta forma – direta e até humilde – que Kamel Hamadou encerra sua apaixonada apresentação no Festival des Métiers, que acontece até domingo na FAAP.

Tive a felicidade de visitar ontem e preciso dividir com você.

Encantadora, a mostra traz a tona o trabalho de 8 pessoas que são muito mais que artesãos, são a parte viva da Hermès, que há 5 anos viaja pelo mundo levando o legado que há por traz dos 178 anos da marca francesa, uma das mais tradicionais e caras do mundo.

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Os desenhos

De forma calma e precisa, ele nos conta o passo a passo da técnica das placas planas, onde a primeira é a mais importante para o sucesso da serigrafia no “carré” , ou seja, esses lenços de seda pura que transformam o look e o humor de quem usa. É impossível sentir-se infeliz diante de um lenço que tem tanta história. O fato de poder custar mais de R$ 2.000,00?

Isso é um detalhe que nem quero considerar. Um celular custa mais. Impostos então….. nem se fala.

Dinheiro é relativo quando falamos de história, arte e paixão. Não necessariamente nessa ordem. Então voltemos a parte boa.

Curiosamente, o processo tem início aqui no Brasil, mais precisamente numa fazenda no Paraná.

Sim! Acredite se quiser, mas depois que uma peste dizimou os bichinhos da França, eles passaram a importar os casulos daqui.

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Kamel Hamadou, responsável pela comunicação da Hermés, mostra um dos casulos que dão origem aos icônicos carres.

Pense comigo: segundo Hamadou, para fazer um carré são necessários 300 casulos, que representam 450km de fio, depois a seda é tecida, tingida. As placas (uma para cada cor) também são feitas lá, assim como as cores, que são desenvolvidas e chegam a 75.000 nuances.

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As cores, presentes em tudo

Os desenhos são um capítulo a parte, já que uma artesã pode ficar até 700 horas decalcando e pintando à mão 39 camadas de desenho para um único protótipo. Isso eu li na Folha, então deve ser verdade.

Mas voltemos ao Monsier Hamadou.

São criados 20 desenhos por ano ( 10 por coleção), e são propostas 15 cores para cada um…. Paris edita 10 e estes são apresentados às boutiques de todo o mundo. Somente depois que cada loja escolhe seus desenhos e cores, eles entram em produção.

O controle é rigoroso, certamente porque esta pessoa também é uma apaixonada pela marca e não deixa o carré sair de Lyon se o acabamento da bainha “rolouté” não tiver exatamente o mesmo tamanho nos 4 lados… incrível….todo esse processo leva dois anos…

E não vou contar mais nada, embora eu queira e muito, porque este é um post convite pra quem estiver em São Paulo nesse feriado.

Você vai ver de perto a manufatura das selas, bolsas, jóias, relógios, porcelanas e também das gravatas, que levam, escondidinhas, o nome da pessoa que a confecciona. Très chic.

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As gravatas

O que todos têm em comum? Paixão, savoir faire e um je ne se quoi que chega a desconcertar.

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Precisão e delicadeza : combinação perfeita para fazer uma joia

Isso certamente fica impregnado em cada peça e diferencia as grandes maisons do fast fashion, da guerra dos preços e da volatilitidade cafona da moda.

Agradeço a equipe Hermès, por dividir conosco tanto conhecimento e simpatia, algo igualmente raro nos dias de hoje.

Se eu tivesse uns 18 anos me jogaria no primeiro vôo pra Lyon e ia aprender a fazer qualquer coisa. Como eu acabei de fazer 51, vou correr até o Cidade Jardim e tratar de por um pouco dessa magia no meu pescoço!

Diante dessa aula de envolvimento, sedução e é claro, de bom marketing, eu me rendo: quero um Hermès já!!!

Serviço: Festival des Métiers
3ª. a 6ª. das 11h as 18h
Sábado e domingo das 10h as 17h
Até domingo dia 7 de junho

MAB FAAP Rua Alagoas, 903, portão G1
Tel 3662 7198

Grátis

 

martinaEu estava mega ansiosa pra ser avó quando tudo isso começou…

E depois de quase 3 anos, Martina chegou… Thank God!

Aos cinquenta e seis sinto que o tempo passou mais depressa do que eu esperava, e claro que, de vez em quando bate uma nostalgia da juventude, é inevitável!!!

Tenho saudades da criançada que enchia a casa de alegria e de travessuras, saudades de todas as fases, mesmo as mais difíceis… Eles cresceram e se transformaram em adultos, com problemas, questionamentos, duvidas, descobertas… Estão ai no mundo se virando, batalhando pelo seu espaço e correndo atrás dos seus sonhos.

Queria poder transmitir pra vocês um decimo da minha emoção ao receber a noticia da gravidez da minha filha. Foi um momento tão esperado, uma surpresa absolutamente maravilhosa, alias uma atrás da outra, desde os primeiros ultrassons, a primeira vez que ouvimos o coraçãozinho, até a descoberta do sexo… Posso garantir que é simplesmente o máximo poder vivenciar tudo isso e curtir junto

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Depois de 8 meses (sim nasceu de 8) eis que surge aquela criancinha da qual vc morria de saudades, é como uma filha sua que é devolvida, seu coração acelera, sua voz falha, as lagrimas brotam, emoção a flor da pele, é uma sensação difícil de descrever. Martina, minha estrela, chegou no ultimo dia 25 de abril, sangue do meu sangue, filha da minha filha, “mais filha do que filha”…

Um novo começo, com novos sonhos. Amor novo, forte, profundo e feliz, que chegou pra ocupar aquele lugar vazio e encher meu coração de alegria

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Thais me surpreende a cada dia, com sua calma, paciência, dedicação e luz. Seus olhos brilham de felicidade.

E quando olho pra elas, pra essa familinha nova que esta se formando, tenho certeza de que sou abençoada, não preciso de mais nada, felicidade é isso, ou melhor, tudo isso!

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Este post é dedicado as 3 mulheres da minha vida, minha mãe, que certamente esta curtindo esse momento lá do céu, minha filha e minha estrela Martina, o bebe mais lindo do mundo, rs!

Amo vcs pra sempre

Feliz Dia das Mães!!!

Adoro esse poema do mestre, este é pra vc minha mãe…

Para Sempre 

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
– mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

Que vcs tenham um lindo e feliz dia da Mães!!!

 

 

 

o-SANDRA-BULLOCK-facebookSandra Bullock, a 5.0 mais bela do mundo

Que Sandra Bullock é linda e incrivelmente talentosa a gente já sabia, eu pelo menos sou fã de carteirinha, e você?

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A novidade agora é que pra completar a lista extensa de prêmios (Oscar Melhor Atriz em Um Sonho Possivel/2010 e outros tantos), aos 50 anos, ela foi eleita pela revista “People” como a Mais Bonita do Mundo 2015, isso não é o máximo? Será que isso mostra uma nova tendência?  Acredito que sim.. Ah, e também é uma das mulheres mais bem pagas do cinema, com cachês na ordem dos 20 milhões de dólares, uau! Poderosa! Sucesso mais que merecido!

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Quando soube da noticia riu… Em entrevista a revista People, a atriz comentou a noticia:

“A verdadeira beleza é discreta. Especialmente nesta cidade, onde é tão difícil uma pessoa não dizer ‘Eu tenho que parecer assim'”.

“Seja boa pessoa, boa mãe, faça um bom almoço, deixe alguém passar à sua frente se vir que vai com muita pressa. As pessoas que acho mais bonitas são aquelas que não se esforçam por ser bonitas”

Isso mostra que para ela há coisas mais importantes do que a imagem, palmas!!!

Alem de ter uma alimentação saudável, ela faz ginastica de quatro a cinco vezes por semana com o programa “Body by Simone“.  Nesse programa não são usados grandes pesos mas você mexe o corpo todo, ela costuma dizer que é uma espécie de “câmara de tortura”

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Vamos relembrar um pouco da carreira desta super atriz e produtora de cinema? Enjoy!!!

Gisele

Gisele Bündchen parou… Dilma, não. – Marilene Ramos

Ok que hoje nem seria dia de eu aparecer por aqui, mas como terminar a semana em silencio, depois que até o Jornal Nacional de ontem, noticiou que Gisele despediu-se das passarelas?

Ora, até que tentei, mas minha cabecinha de melão não conseguiu parar de pensar em algumas coisas, então já agradeço o espaço gentilmente cedido pela Meili para dividir essa reflexão com você.

Vou ser breve, portanto, nessa sexta que antecede o feriado de Tiradentes.

Estamos vivendo um momento único na história, milhões de pessoas indo às ruas, a efervescência de uma nova geração à frente de movimentos sociais importantíssimos ( leia-se Rogerio Chequer do Vem pra Rua e o encantador Kim Kataguiri , de 19 anos, do Movimento Brasil Livre), protestando e cobrando ações efetivas contra a corrupção e, porque não dizer, o impeachment da Presidente Dilma.

Fiquei imaginando a Presidente vendo o último desfile da Gisele no SPFW, uma comoção que foi notícia da Caras até a Exame. Será que ela teve tempo ou interesse de ver? Será que leu alguma entrevista?

Pois acho que deveria.

Gisele disse:  “Sou muito grata por ter tido a oportunidade, aos 14 anos, de iniciar esta jornada. Hoje, após 20 anos nesta carreira, é um privilégio estar fazendo meu último desfile por escolha própria e ainda continuar trabalhando em outras facetas da indústria.”

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Gente, Gisele teve uma carreira irretocável, constituiu uma família linda, ajudou a sua, isso sem falar no patrimônio que ergueu com trabalho digno, mas vou deixar esses números pra Forbes.

Ela ainda completa com algo que nós também temos que prestar atenção: Aprendi a sentir meu corpo. Automaticamente meu corpo fala se o que faço vale a pena, e ele pediu para parar. Eu respeito meu corpo, tenho um privilégio de poder parar”.

Bom, sei que é difícil desacelerar, seja do trabalho, da casa ou seja lá onde a gente coloque tanto da nossa melhor energia, mas porque não tentar, se não parar totalmente, respeitar nossos limites físicos e fazer o que dá? Minha mãe não é a Gisele mas me diz isso há anos, e resolvi ouvi-la começando pela sexta-feira.

Então queridas leitoras do 5.zero, quero registrar aqui esse delicioso exemplo da Gisele, seja para nós como para a Presidente, porque saber parar, é para poucos.

E bons.

 

Fonte: http://mulher.uol.com.br/moda/noticias/redacao/2015/04/15/gisele-bundchen-se-despede-das-passarelas-na-spfw.htm

Crédito: Foto Patrick Dermarchelier

 

 

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